Fim-de-semana relaxante. Com o fim da crise elétrica na facul, as aulas vão voltar. Esses 2 dias extras de folga foram excelentes para eu me recuperar. Shopping, praia, mais shopping (esse fim-de-semana tinha liquidação!) e bons filmes. Muita soda, lanchinhos espertos no McCafé e capuccinos de meio litro no Califórnia Coffee. Semana que vem eu quero mais.

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300 vem aí!

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Poxa, que saudade. O MSN ficou meio vazio... (sim é de você mesmo que eu tô falando senhorita).

Caçadores de idiotas!

Pra você que sofre com os idiotas em fóruns internet afora. Pra você que se cansou de responder amigavelmente, rispidamente e patadamente os babacas que enchem as comunidades. Este é o link que todos queríamos.

Volta às aulas

Em resumo: frustração. Não que eu não goste de estudar, muito pelo contrário. Poucas coisas me dão tanto prazer quanto a troca de informações entre alunos e professores. O exercício do aprendizado a elucidação das dúvidas, a fuga das trevas da ignorância. Porém o caso é outro.

Sou de um tempo esquecido, onde as pessoas aprendiam pelo gosto e os professores eram mestres detentores do conhecimento. A relação era quase paternal. Os alunos apesar de os admirarem, continuamente os desafiavam com as mais intrincadas dúvidas e as aulas eram povoadas de interrogações e debates ácidos, exposições de opiniões e risadas à procura da resposta, que os mestres insistiam em demonstrar, estava diante dos nossos narizes.

Mas o que sobrou desse tempo? Não muito, apenas alunos medíocres sem o menor interesse no conhecimento, em sua maioria. Conhecimento raso, dúvidas idem, raciocínio quase nulo. A preocupação única é com o número que define seu destino acadêmico. Só isso. Não se tem em mente que a assimilação natural das idéias, a libertação do pensamento trará o resultado mais que desejado. Não se busca a superação, apenas a igualdade, o razoável, o comum.

E eu, eterno inconformado dos tempos românticos, sigo em frente, agradecendo pelos companheiros que dentre tantos que povoam as cadeiras das salas de aula são os melhores e mais esforçados que eu imaginei. Não por excelência, mas por conservarem a inocência e a visão utópica que eu sempre achei, deveria ser unânimes (ou quase) entre todos os estudantes.

Houve um tempo em que eu quis ser professor.

Todo carnaval tem um fim...

Carnaval. Um dia vou entender porque tanto alvoroço por causa de quatro dias de feriado. Os assírios comemoravam o culto ao deus da cerveja nessa época, eu suponho. Porque nada explica a corrida atrás de latinha nos supermercados . Porque essa euforia em cima de samba, churrasco e bebida? Porque quem não faz nada nessa época é considerado uma pária, um mutante, uma pessoa indigna de andar por estas pradarias. Sinceramente, tô de saco cheio desse lugar. Adoro o Rio, sério mesmo, mas não agüento mais esse povinho cretino de mentalidade tacanha que acha que o pote de ouro está no botequim.

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Comecei a ver "Lost". Quer dizer, comecei e terminei, já que em seis dias eu assisti todos os 58 episódios. Não sei como pude viver sem isso. Era o que vinha faltando pra mim, um seriado envolvente, com mistério e suspense. Desde "Arquivo-X" eu não assistia um programa assim. Não que "24 horas" não seja excelente, mas meu cérebro é movido a teorias da conspiração.