Uwe Boll, sério candidato a vencer o prêmio "Ed Wood" de pior diretor vivo, desafiou críticos de cinema para um match de boxe no Canadá onde está fazendo mais uma de suas arruaças. Pra quem não conhece o meliante, ele é o irresponsável por trás das ridículas adaptações de "Alone in the Dark" e "House of the Dead" no cinema. Dois jogos que eu amo, dois filmes que eu odeio.
Fazia tempo que eu não via nada tão ruim ser produzido. Acho que bate de frente com o "Batman e Robin" de Joel Schumacher ou com "Plane 9 from the outer Space" do já citado Ed Wood. E como se isso não fosse o bastante ele agora quer pegar a franquia "Metal Gear Solid" pra brincar de fazer cinema. Sinceramente, esse não tem perdão, se ele estragar (o que é certo) quem vai desafiá-lo sou eu.
Bom, mas volando ao assunto, o inconformado pseudo-diretor resolveu soltar a franga e chamou seus críticos pra porrada. Pagou traslado e estada num hotel próximo do set de filmagens e encaçapou sem dó 5 nerds que escreveram artigos vorazes falando de seus saques à inteligência dos cinéfilos. Mas pra mim isso não foi justo. Chamar nerd pra brigar é moleza, quero ver chamar um macho, alguém que consiga pelo menos a proeza de lhe dar uma bolacha. Em resumo: peço encarecidamente que Uwe Boll me chame para seu próximo desafio. Como representante fidedigno dos nerds brasileiros me candidato a fazer de tudo para poder subir no ringue e lavar a alma dos meus patrícios que foram escorraçados das terras geladas do Norte.
Como na época em que assisti aos filmes dele eu não tinha blog, deixo a tarefa de instigá-lo por meio de críticas para o próximo filme. Se alguém souber como entrar em contato com o sujeito me avise. Vou detruir seus fiascos cinematográficos com tanta força que até a mãe dele vai ficar de olho roxo. E depois se ele quiser pode me chamar pra tirar satisfação. E faço questão que leve as cenas ao seu próximo projeto, assim como ele fez agora. Adoraria aparecer no "Metal Gear" dando uns catiripapos no criminoso que estragou alguns dos meus games favoritos. Uwe Boll, tenha medo, muito medo, pois o vingador dos nerds está chegando.
Lembrando que ao contrário do covarde supracitado eu NUNCA lutei boxe e minha maior experiência com artes marciais fora 8 meses de judô quando tinha 9 anos. Não há o que temer, sou apenas 68 quilos de carne, fúria e nerdice.
Desafio lançado.
P.S.: Aqui está o vídeo do massacre
Divagações silenciosas
Não espere uma foto legal, bonita nem alguém do tipo "uau o cara perfeito pra enfeitar minha friendlist". Aqui só tem defeitos, raiva e amargura. Tem neuroses e ingratidão.
Não sou um modelo, não sou perfeito, não ouço a sua música nem compartilho os valores medíocres que você espera e admira. Não dou a mínima e nem pretendo ser um modelo da sua beleza intangível, que intimida e menospreza. Não mesmo.
Apenas uma pincelada de tinta preta numa tela vazia. Feia, desfocada, sem sentido e disforme. Continue olhando e procurando significado e quando achar pare de ler. Você não devia nem ter começado.
Entre o chão e o céu sem esperança ou amor numa cópia da canção de viagem que mais caleja o pé e arranha a garganta do peregrino que respira a poeira e caminha no solo sagrado e assombrado onde Byron viveu.
Sem poses ou atitudes circenses, cambalhotas, firulas desnecessárias ou pirotecnia. Dispenso remendos, curativos ou a benção.
Um renascer glorioso numa existênia inglória com o aval do criador justo e piedoso que nos fez fortes e combatentes. Jamais morrerei antes do fim da jornada, da concepção da criação desordenada da fé cega e indubitável que enche os templos de devotos de terno procurando no alto por alguém que está em toda parte.
É assim, roto, esfarrapado, sujo, enlameado, mas feliz de encontrar o caminho e a saída dos percalços que dou o próximo passo sem nunca encontrar nada. Afinal, eu nunca disse que procurava por alguma coisa.
Peregrino Silencioso.
Não sou um modelo, não sou perfeito, não ouço a sua música nem compartilho os valores medíocres que você espera e admira. Não dou a mínima e nem pretendo ser um modelo da sua beleza intangível, que intimida e menospreza. Não mesmo.
Apenas uma pincelada de tinta preta numa tela vazia. Feia, desfocada, sem sentido e disforme. Continue olhando e procurando significado e quando achar pare de ler. Você não devia nem ter começado.
Entre o chão e o céu sem esperança ou amor numa cópia da canção de viagem que mais caleja o pé e arranha a garganta do peregrino que respira a poeira e caminha no solo sagrado e assombrado onde Byron viveu.
Sem poses ou atitudes circenses, cambalhotas, firulas desnecessárias ou pirotecnia. Dispenso remendos, curativos ou a benção.
Um renascer glorioso numa existênia inglória com o aval do criador justo e piedoso que nos fez fortes e combatentes. Jamais morrerei antes do fim da jornada, da concepção da criação desordenada da fé cega e indubitável que enche os templos de devotos de terno procurando no alto por alguém que está em toda parte.
É assim, roto, esfarrapado, sujo, enlameado, mas feliz de encontrar o caminho e a saída dos percalços que dou o próximo passo sem nunca encontrar nada. Afinal, eu nunca disse que procurava por alguma coisa.
Peregrino Silencioso.
Política habitacional (parte 2)
Nesse artigo fica terminantemente proibido o acionamento da defesa civil para salvar casas construídas sem licença e em locais de risco. Isso pra não abrir um plano de incentivo aos desabamentos. E fica também permitida a desapropriação de qualquer imóvel, seja ele barraco ou casinha de cachorro (a diferença é pequena) para fins... paraqualquer coisa. Essas aberrações simplesmente não devem existir. (ponto)
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